O diagnóstico começa no consultório com um exame físico. O ortopedista realizará testes específicos, aplicando pressão e rotação no joelho para identificar a dor e possíveis travamentos. Para confirmar a suspeita, o exame padrão-ouro é a Ressonância Magnética, que permite visualizar o menisco e a extensão exata da lesão.
Nem toda lesão de menisco exige cirurgia. O tratamento conservador é a primeira escolha para lesões menores ou degenerativas. Esta abordagem foca em repouso, aplicação de gelo para controlar o inchaço e, fundamentalmente, fisioterapia. A fisioterapia é crucial para fortalecer os músculos ao redor do joelho, melhorando a estabilidade e aliviando a carga sobre o menisco.
A cirurgia é indicada quando os sintomas não melhoram, o joelho trava constantemente, ou em lesões grandes e instáveis em pacientes ativos. O procedimento mais comum é a artroscopia, uma técnica minimamente invasiva onde o cirurgião pode reparar (suturar) o menisco ou remover apenas a parte lesionada, preservando o máximo de tecido saudável possível.
A recuperação de uma lesão de menisco, seja ela tratada com cirurgia ou não, exige um período de reabilitação. A prevenção envolve manter um bom fortalecimento muscular (quadríceps e posteriores da coxa) e evitar movimentos bruscos de torção. Ao sentir dor aguda ou travamento no joelho, procure um especialista para um diagnóstico correto.