O diagnóstico deve ser feito por um médico para avaliar a gravidade da lesão. Além do exame físico, onde o médico verifica os pontos de dor e a estabilidade da articulação, é comum solicitar um raio-X. O exame de imagem serve para descartar a possibilidade de uma fratura óssea, que pode ter sintomas semelhantes.
O tratamento inicial é fundamental e segue o protocolo RICE (Repouso, Gelo, Compressão e Elevação). Descansar o pé, aplicar gelo (sempre protegido por um pano) por 20 minutos várias vezes ao dia, usar uma faixa compressiva e manter o pé elevado acima do nível do coração ajudam a reduzir a dor e o inchaço.
Após a fase aguda, a fisioterapia desempenha um papel crucial na recuperação. Ela não serve apenas para aliviar a dor, mas principalmente para fortalecer os músculos ao redor do tornozelo e recuperar a propriocepção (equilíbrio), o que é vital para evitar que novas entorses ocorram no futuro.
Prevenir uma entorse envolve cuidados simples. Usar calçados adequados e estáveis para cada atividade, prestar atenção ao caminhar em terrenos irregulares e realizar exercícios regulares de fortalecimento e equilíbrio para os tornozelos são medidas eficazes para reduzir o risco dessa lesão dolorosa.