O diagnóstico da fascite plantar é predominantemente clínico. O médico ortopedista irá avaliar seu histórico e realizar um exame físico, pressionando a sola do pé para identificar os pontos de dor. Exames de imagem, como radiografias ou ultrassom, podem ser solicitados para descartar outras causas de dor, como uma fratura por estresse. Felizmente, a maioria dos casos responde bem a tratamentos conservadores, que incluem repouso, aplicação de gelo, e a prática de exercícios de alongamento para a fáscia e o tendão de Aquiles.
O tratamento visa principalmente reduzir a inflamação e aliviar a tensão na fáscia plantar. O uso de calçados mais adequados, com bom amortecimento e suporte para o arco do pé, é fundamental. Palmilhas ortopédicas personalizadas também podem ser indicadas para corrigir a pisada e distribuir melhor o peso. A fisioterapia desempenha um papel crucial, com técnicas para aliviar a dor e fortalecer a musculatura do pé, prevenindo a recorrência do problema. Em casos mais persistentes, podem ser consideradas opções como terapia por ondas de choque ou infiltrações.
Prevenir a fascite plantar é mais simples do que tratá-la. Manter um peso corporal saudável é o primeiro passo para reduzir a carga sobre os pés. Escolha calçados apropriados para cada atividade e evite andar descalço em superfícies muito duras por tempo prolongado. Além disso, lembre-se de alongar bem os pés e as panturrilhas, principalmente antes e depois de praticar exercícios físicos.
A dor da fascite plantar pode ser incapacitante, mas com o diagnóstico correto e a adesão ao tratamento, é possível obter um alívio completo dos sintomas. Se você está sofrendo com dor no calcanhar, não ignore o problema. Procure um ortopedista para uma avaliação detalhada e para definir o melhor plano de tratamento para o seu caso, permitindo que você volte a caminhar sem dor e com qualidade de vida.